25 de dez. de 2014




Uma coisa que acho simplesmente ridícula, são que as pessoas querem SEMPRE saber sobre sua VIDA. Tipo te questionam se você está namorando, se está casada, se tem filhos, se está trabalhando. Essas perguntas cansam tanto. Parece que você tem a OBRIGAÇÃO de corresponder as expectativas do outro. Esses tipos de pessoas que quem INTERESSE em saber se você está bem sucedido profissionalmente, prefiro manter distância. Acho que cada um sabe ESCOLHER o que é melhor para si. O sinônimo de felicidade não consiste em construir uma família, ou está trabalhando. É totalmente possível está feliz sozinho e está focado em outras coisas. Eu realmente admiro pessoas autosuficientes que não depositam no outro a sua felicidade. Felicidade é intrínseca. Por fim, casamento não define minha felicidade...

Cely Araujo

22 de dez. de 2014



Sobre ex-namorados....






Tem várias pessoas que conseguem ser amigas de seus respectivos ex-namorados ou simplesmente manter contato. Eu não faço parte dessa maioria. Preferi me afastar. Sei lá. Opção que achei mais sensata no momento do termino. Não por medo de recaídas. Porquê quando eu termino, eu simplesmente termino. Sem novas chances. Porquê sempre tive essa crença que quando acaba, acaba mesmo. Sem ligações, sem contato. O relacionamento durou cerca de 1 ano e meio. Claro que dentre a parte ruim, teve a parte boa. Eu namorei, mas nunca tive aquela visão errônea, de que eu não conseguiria imaginar minha vida sem ele. Afinal, amor-proprio acima de tudo. Talvez, eu ainda não estivesse pronta para namorar, sei lá. Só que nunca sabemos quando vamos está necessariamente pronta para algo. As vezes, dá uma certa curiosidade de saber como está a vida dele, se conseguiu fazer coisas que ele planejou. Enfim, só as vezes que esses pensamentos invadem minha mente. Resolvi não manter qualquer tipo de relação, me afastei mesmo. E, não me arrependo disso. Foi a minha escolha. E, eu simplesmente respeitei-a. Acho legal, quem consegue manter algum tipo de vinculo com ex-namorado, mas pra mim esses tipos de relações, acabam provocando recaídas. Ainda mais quando a pessoa simplesmente não superou o término. Enfim, eu prefiro deixar acontecer, se for para nos falamos novamente vai acontecer. Eu não costumo planejar coisas, deixo que o universo conspire para o mais coerente.


Cely Araujo


Expectativas que criamos...




Ao término de um relacionamento é bem comum, a frase "ele não era o que eu queria". Relacionamentos são bem instáveis e por mais que você queria, eles não duram para sempre e nem sempre possuem um "final feliz". Quando se termina um relacionamento é como se o encanto se perdesse, o outro deixa de corresponder as nossas expectativas e com isso vem a frustração, ou melhor, a decepção. Nos decepcionamos porquê esperamos que o outro corresponda as nossas vontades e, definitivamente não é bem assim. No fim, você acaba se decepcionando sozinho, porque simplesmente idealizou a pessoa "perfeita". Príncipes encantados não existem. Ninguém merece carregar o fardo de ser nossa cara-metade, de nos completar. Pois já somos completos. Não precisamos de certas ilusões. Devemos aprender a não projetar no outro, qualidades que eles não possuem. É fundamental aceitar o outro como ele é, e não tentar transforma-lo em alguém que ele definitivamente não é. Por fim, aprenda a não criar expectativas, mas a viver a um dia de cada vez.


Cely Araujo








Eu realmente sigo minha intuição para conhecer alguém. E, quase sempre descubro que ela está certa. Sabe faz bem para alma conhecer pessoas positivas, aquelas que simplesmente te encantam de alguma forma. Uma forma inexplicável e misteriosa. E, apesar de tudo ainda existe uma porção de pessoas assim. Essas pessoas não sei, possuem algo de bom, de encantador e isso é bem atraente. Acredito que fazer novas amizades, é algo fundamental e consequentemente promove uma energia que pode ser traduzida como felicidade. É muito bom está ao lado de pessoas que exalam sorrisos encantadores, que a presença destes simplesmente despertam o melhor sentimento possível dentro de nós. Eu gosto daquilo que me faz bem, que me faz querer a presença daquela pessoa. Aprenda a ouvir mais a sua intuição,  você pode se surpreender. 


Cely Araujo

20 de dez. de 2014



"Então...Chegou o natal"


Mais um fim de ano se aproxima. Vem vindo o natal e a chegada de um novo ano. Acho que essas datas em si, despertam assim como as demais datas comemorativas o consumismo, o desejo imenso de comprar presentes. Sei lá, parece muitas vezes que a essência em si, fora esquecida. E, em praticamente todas as datas se tornaram sinônimo de presentes.  O natal, assim como o ano novo são datas denotada de significados. Essas datas são essenciais para eliciar lembranças, novos objetivos. E, acabam consequentemente mais um ciclo, para o inicio de outro. Ciclos esses necessários para um maior entendimento de si mesmo.


Ah, o amor....


Ontem eu me vi numa discussão interessante entre amigos e familiares, sobre o sofrimento ao amar. Todos ali eram unanimes ao afirmar que quem ama sofre. Essa pseudoteoria é embasada em que?. Eu com uma compreensão mais ampla, discordei totalmente de tal colocação. O amor não implica em sofrimento. O amor é um sentimento que envolve cumplicidade. É quase a mesma coisa ao afirmar que quem sente ciumes ama. Sinceramente eu não sei, em que as pessoas baseiam tais discrepâncias. A forma mais autêntica de amor é o AMOR PRÓPRIO. Antes de amar alguém se ame, se valorize, se elogie. O amor próprio é fundamental para não adoecermos. Parafraseando Ivone Rangel (2014): "Na verdade quando há sofrimento não é amor, pelo contrário é ausência dele.Logo, quem não sabe se dar valor não pode esperar que os outros deem";

17 de dez. de 2014



Uma coisa que necessariamente não entendo, é o porquê das pessoas reclamarem tanto das segundas-feiras e implorarem ansiosamente pelas sextas-feiras e fins de semana. Não acho que atribuir a segunda-feira como algo que incomoda seja o mais coerente. Tudo é uma questão de transformar-se enquanto ser humano. Afinal, não adianta simplesmente RECLAMAR se você não MODIFICA o modo que interpreta a sua rotina. Isso vale para frases do tipo "que a felicidade vire rotina", pois a felicidade em si depende unicamente do seu estado, e torna-lá rotina é algo totalmente absurdo. Em resumo, a felicidade pode ser definida como os momentos que muitas vezes deixamos passar...

Cely Araujo


Sentimento de Posse



Assistindo o tal TESTE DE FIDELIDADE, me questionei sobre o que leva alguém a testar seu companheiro ou companheira? È unanime as traições, e dificilmente algum homem ali é fiel a sua companheira. Seria tudo armação? Desculpe, mas tratando-se de televisão tudo é possível. Eu me pergunto é o que faz você está com alguém, ao invés de simplesmente DESCONFIAR. Para um relacionamento dá certo, acho primordial a CONFIANÇA, isso faz toda diferença. Já acho o cumulo o ato de testar alguém. Se não existe a cumplicidade, o relacionamento é em si superficial. Tudo é tão EGOCÊNTRICO. MEU namorado, MINHA mulher, MEU marido. Enfim, ninguém é propriedade de ninguém. Esse tal sentimento de posse, acaba gerando muitas complicações. Acho que cada um tem o livre-arbítrio de estar com quem quiser. Logo, o verdadeiro amor é aquele que deixa o outro livre para as escolhas da vida.


Cely Araujo

16 de dez. de 2014




"[...] deixe ver sua alma, a epiderme da alma...", pode ser melhor traduzido por deixa eu ver sua essência. A essência em si é algo relevante que se perdeu significavelmente na atualidade. O critério das pessoas se baseia no superficial, na ausência da essência. A aparência representa hoje o paradigma da sociedade. Se tornou portanto, a grande referencia ao conhecer o outro. Não acho possível apontar defeitos e qualidades sem se quer dedicar-se sobretudo ao conhecimento da essência. Infelizmente, o ser humano tende a enxergar o superficial, esquecendo muitas vezes que o invisível aos olhos é o que promove o autoconhecimento.

Cely Araujo