19 de abr. de 2015


{O problema é que as pessoas aprenderam a se tornarem totalmente dependente do outro}





"Ele (a) me completa, é a razão do meu existir"
Pra mim, o sentimento de amar não deve ser baseado nessa premissa, mas em compreender o outro exatamente como ele é. Sem idealizar um alguém que corresponda as suas expectativas. Acho que o sentimento de amar é repassado de maneira errônea, pois não existe príncipes e tão pouco princesas. No mundo real você aprende que as coisas não são bem assim. Eu realmente admiro o amor de maneira que não sufoque o outro, que deixe o outro livre para escolher, e não seja repleto de obrigações. Você não depende de uma outra pessoa para ser 'COMPLETO', pois nascemos prontos. Essa visão distorcida de que é necessário um certo alguém para nos completarmos é tão reforçada na sociedade. Que muitos não conseguem ficar sozinhos, lidar com sua própria companhia. Acho que é fundamental aprender a se conhecer para poder conhecer alguém. Logo, existem muitos carentes de amor-próprios e influenciados por uma visão de que apenas o outro pode suprir seu vazio.

Cely Araujo

17 de abr. de 2015



Independente do que você espere, as pessoas acabam criando características que você não possui. Tem coisas que eu sinceramente tento compreender, o porquê de algumas pessoas basearem suas vidas no que os outros acham ou pensam a respeito dela. Eu prefiro ir vivendo conforme eu julgo melhor. E, que se dane o que os outros pensam ao meu respeito. Isso definitivamente não me define enquanto indivíduo, não me acrescenta. Então prefiro deixar pra lá. O que os outros acham de você, não deve ser importante. O seu modo de viver, de crescimento pessoal, de amadurecimento quanto a certas circunstâncias da vida, te torna alguém melhor. Um alguém de que não precisa fundamentar suas escolhas naquilo que os outros esperam que eu faça. Acho essencial alguém que possui personalidade própria e se revela autosuficiente ao lidar com as adversas situações que ocorrem durante a sua existência. Portanto, ao invés de dar importância ao que os outros acham, se importe com o que você acha, o que realmente dá sentido a sua vida. 

Cely Araujo