15 de out. de 2015


É no mínimo instigante que nós costumamos nos questionar sobre as escolhas que fazemos. Quando somos adolescentes estamos em busca de uma identidade, e as escolhas se tornam bem difíceis. É uma fase que somos obrigados a escolher o que seremos enquanto profissionais. Se você parar um momento para se questionar, nós seguimos um SISTEMA. As vezes sinto que nós não escolhemos, mas sim é escolhido por nós. Adolescência é um rito de passagem, assim como as fases anteriores. Com o passar dos anos, você vai adquirindo um certo conhecimento sobre as questões da vida. E, vai perceber que nem sempre escolhemos o que precisamos. As vezes você não precisa necessariamente escolher, mas apreciar a essência de sua escolha ou não-escolha!

{Celyne Araujo}

30 de set. de 2015






Você já percebeu como as vezes darmos importância aquilo que não é tão importante assim? Vivemos tão no automático, casa-trabalho e trabalho-casa que muitas vezes não paramos um pouco, ou seja, dedicamos um minuto apenas do nosso tempo para apreciar as coisas simples. Acho que é necessário se desconectar para começar a ver aquilo que muitas vezes passa desapercebido. Você já parou um minuto para observar as estrelas ou mesmo o céu?  Você algum vez já se pegou tentando adivinhar o que cada nuvem representava? Somos tão criativos. Defendo uma teoria de que olhar o céu, ou mesmo a natureza promove uma espécie de relaxamento. E e através desse contato que é possível um autoconhecimento. Aprenda a valorizar cada momento, pois somos apenas instantes!!! A essência da felicidade está dentro de nós....

{Celyne araujo}

24 de mai. de 2015



Não sei, porque mas esses programas que promovem namoros em tv não funcionam. Me desculpe, mas não consigo enxergar autenticidade nesse tipo de exibição. Eu visualizo mas como uma maneira de se exibir, me questiono diversas vezes, será que essa garota está mesmo a fim de um compromisso, ou simplesmente quer aparecer, ser 'FAMOSA'? E, os garotos interpreto do mesmo modo. Não acho que você precise um programa para encontrar um rapaz e/ou moça interessante. Eu acredito que as coisas vão acontecendo, e você não precisa antecipar nada. E, realmente admiro relações que surgem de modo inesperado, tipo aquele amigo de repente se tornar aquele carinha que você passa a enxergar de outro modo. As relações não precisam serem forçadas. Tudo tem um modo de acontecer. Você ir até um programa para procurar um namorado ou namorada parece até desespero, medo de ficar sozinho ou sozinha. E, daí se seus amigos tem namorada e você não. Você não precisa se sentir mal por isso e ir atrás de qualquer uma. Se ocupe em viver o momento. 

19 de abr. de 2015


{O problema é que as pessoas aprenderam a se tornarem totalmente dependente do outro}





"Ele (a) me completa, é a razão do meu existir"
Pra mim, o sentimento de amar não deve ser baseado nessa premissa, mas em compreender o outro exatamente como ele é. Sem idealizar um alguém que corresponda as suas expectativas. Acho que o sentimento de amar é repassado de maneira errônea, pois não existe príncipes e tão pouco princesas. No mundo real você aprende que as coisas não são bem assim. Eu realmente admiro o amor de maneira que não sufoque o outro, que deixe o outro livre para escolher, e não seja repleto de obrigações. Você não depende de uma outra pessoa para ser 'COMPLETO', pois nascemos prontos. Essa visão distorcida de que é necessário um certo alguém para nos completarmos é tão reforçada na sociedade. Que muitos não conseguem ficar sozinhos, lidar com sua própria companhia. Acho que é fundamental aprender a se conhecer para poder conhecer alguém. Logo, existem muitos carentes de amor-próprios e influenciados por uma visão de que apenas o outro pode suprir seu vazio.

Cely Araujo

17 de abr. de 2015



Independente do que você espere, as pessoas acabam criando características que você não possui. Tem coisas que eu sinceramente tento compreender, o porquê de algumas pessoas basearem suas vidas no que os outros acham ou pensam a respeito dela. Eu prefiro ir vivendo conforme eu julgo melhor. E, que se dane o que os outros pensam ao meu respeito. Isso definitivamente não me define enquanto indivíduo, não me acrescenta. Então prefiro deixar pra lá. O que os outros acham de você, não deve ser importante. O seu modo de viver, de crescimento pessoal, de amadurecimento quanto a certas circunstâncias da vida, te torna alguém melhor. Um alguém de que não precisa fundamentar suas escolhas naquilo que os outros esperam que eu faça. Acho essencial alguém que possui personalidade própria e se revela autosuficiente ao lidar com as adversas situações que ocorrem durante a sua existência. Portanto, ao invés de dar importância ao que os outros acham, se importe com o que você acha, o que realmente dá sentido a sua vida. 

Cely Araujo

29 de mar. de 2015


O que seria de nossa vida sem "as crises"? Acredito que esses momento acabam fazendo parte da nossa existência. É necessário o sofrimento, mas ao enfrentá-lo ele acaba se tornando opcional. Uma escolha. Algo que existe, mas que não deve permanecer. Com a vivência passamos a experienciar que o sofrimento é muitas vezes criado por nós mesmos (a). É fundamental se desprender desse sentimento. O que se deve fazer é viver da melhor maneira possível.


Cely Araujo


Defendo a teoria que existem diversas almas-gêmeas por aí...É possível se encontrar com diversas pessoas e essas pessoas acabam se tornando suas almas-gêmeas. As pessoas que você considera realmente importantes e essenciais em sua vida. Seja um amigo (a), namorado (a), esposo (a). Logo, seria até injusto afirmar que "todos" só possuímos uma alma-gêmea. De certo modo, cada um que compõe a nossa vida e partilha diversos momentos tende a se tornar especial. 

(Cely Araujo)

13 de fev. de 2015

O que se pode aprender com o "BBB"

Assistindo o BBB percebo que é uma experiência psicológica. São escolhidos participantes e estes são postos em prova. Ficam confinados, totalmente restringidos do mundo real. O mundo real passa a ser o ambiente no qual estão "presos". Geralmente a primeira semana é sempre a melhor, porque cada um ainda não formou um conceito de outra pessoa. Passado essa fase é possível notar a formação de grupos e cada um lutando para ser inserido em algum. É possível notar "eu não gosto de fulano por isso..." ou seja, são as chamadas justificativas por não se identificar com alguém. E, a convivência se torna um tanto complicada para alguns. Alguns em determinado momento se questionam do porquê terem escolhido participar. E, a cada novo dia novas intrigas são geradas e distorcidas. Os participantes tendem a se importar demasiadamente com o outro pensa a seu respeito, e o próprio público também, que é o "responsável" por julgar quem deve ficar ou sair. O BBB é um programa onde é possível notar que a convivência faz toda a diferença. E, que através desse convívio passamos a ter um conceito do outro. É um jogo psicológico que eu não faria parte. É para aqueles que adoram se desafiar. Eu não abro mão da minha privacidade, do meu conforto e principalmente da minha LIBERDADE. Eu escolho ficar no mundo real, e não no mundo criado por eles. No meu viés, quem participa desse reality no mínimo deve sair necessitando (urgentemente) de ajuda de um terapeuta e em determinados casos até de um psiquiatra. Pode até parecer absurdo, mas é bem possível a pessoa ali se sentir perdida e o ambiente contribui para tal sentimento. Porque se você for parar refletir quase tudo é plausível de análise e questionamentos. Eu prefiro espiar mesmo do que participar.

10 de fev. de 2015



“Para mim, existem dois tipos de pessoas: as que perseguem seus objetivos e as que celebram a vida. Os que perseguem objetivos são loucos. Aos poucos, eles estão enlouquecendo – e estão gerando sua própria loucura. E a loucura tem a sua própria força; lentamente eles se afundam nela – assim, ficam completamente perdidos. O outro tipo de pessoa não é um perseguidor de objetivos; ela não persegue absolutamente nada; ela celebra a vida.
E isso ensino a vocês: sejam os que celebram, comemorem! Já existe muita coisa – as flores vicejam, os pássaros cantam, o Sol está no céu – celebre a vida! Você está respirando e está vivo e tem consciência: festeje! Com isso, de repente, você relaxa; aí não há mais tensão, não há mais angústia. Toda a energia que se houver transformado em angústia se torna gratidão. Seu coração passa a bater embalado por uma gratidão mais profunda – isso é oração. Orar é exatamente isso, um coração batendo com profunda gratidão.
Não é preciso fazer nada para isso. Apenas entenda o movimento da energia, o movimento sem motivação da energia. Ele flui, mas não em direção a um objetivo, ele flui como uma celebração. Ele se move, não em direção a um gol, se move por causa de sua própria energia transbordante.
Uma criança está dançando e pulando e correndo por toda parte; pergunte-a, “Onde você está indo?”. Ela não está indo a lugar algum – você vai parecer tolo pra ela. Crianças sempre pensam que adultos são tolos. Que pergunta tola, “Onde você está indo?”. Há alguma necessidade de ir a algum lugar? Uma criança simplesmente não consegue responder sua pergunta porque é irrelevante. Ela não está indo a lugar nenhum. Ela vai simplesmente dar de ombros. Vai dizer, “nenhum lugar”. Então a mente orientada-a-objetivos pergunta, “Então porque você está correndo?”- porque para nós uma atividade é relevante apenas quando leva a algum lugar.
E eu digo a você: não há nenhum lugar a ir. Aqui é tudo. Toda a existência culmina neste momento, converge para este momento. Tudo o que existe está fluindo para este momento – é aqui, agora.
Uma criança está simplesmente desfrutando a energia – ela tem demais. Ela está correndo, não porque tem que chegar a algum lugar, mas porque tem energia demais, tem que correr.
Aja desmotivadamente, apenas como um transbordamento de energia. Compartilhe, mas não negocie; não faça barganhas. Dê porque você tem; não dê para ter algo em troca – porque então você estará na miséria.”

OSHO

12 de jan. de 2015



Aceite-se


Deparo-me que cada vez mais não aceitamos nosso corpo. Na maioria das vezes estamos insatisfeitos com o que vemos no espelho. Prova disso, são as chamadas plásticas. Onde se é possível moldar nosso corpo, ou seja, retirar gorduras, colocar próteses de silicones e fazer pequenas correções em algo que simplesmente não nos agrada. É desta forma, que não aceitamos a nossa imagem. O "ideal" seria que essas pequenas "imperfeições" fossem vistas de outro modo. Acredito na relação autoestima com a autoimagem, se você não está bem consigo, isso acaba refletindo de outras formas. Deveríamos nos olhar no espelho e simplesmente não nos incomodarmos com as celulites, estrias, peso. Mas, o que importa de verdade é aceitar-se exatamente como é.
Cely Araujo

5 de jan. de 2015



Homens ainda tem muito a aprender...






Conquistar alguém hoje em dia tem se tornado algo bem difícil. Frases melosas, cantadas baratas não são indicadas. Se você quer conquistar uma mulher tudo que você tem que ser é AUTÊNTICO. Eu realmente acho bem atraente homens que sabem conversar, a inteligência em si me encanta. Não que a aparência física não chame atenção, mas a inteligência me fascina. Não existe algo melhor que uma boa conversa, através disso em milésimos de segundos nossos cérebros definem que a pessoa é interessante ou não. Sinto que falta homens desse gênero na atualidade. Homens que encantam e seduzem com suas palavras. E, mulheres que se permitem serem seduzidas. Existem pessoas mais interessadas do que interessantes. Isso é um fato e não uma verdade absoluta. Tanto que os relacionamentos tem se tornando cada vez mais superficiais. Prefira alguém que tenha maturidade, ao invés de gritar na rua que você é "gostosa".. Por favor mais H-O-M-E-N-S e menos M-O-L-E-Q-U-E-S. Portanto, ao conquistar uma mulher use o que você tem de melhor sua PERSONALIDADE.

{Cely Araujo}

4 de jan. de 2015



É engraçado sonhar com alguém que você nunca mais teve contato. Ah, se escolhêssemos o que sonhar e com quem sonhar. Para a psicanalise, os sonhos são mecanismos do inconsciente. Logo, você não possui absolutamente NENHUM controle com os seus sonhos. A sensação do sonho é tão real e que quando você acorda você é acometido por um sentimento de angústia. E, tipo porque logo essa pessoa?. Nosso cérebro cria essa situação que muitas vezes é desfavorável. Não é um desejo real. É uma fantasia. Mistérios do inconsciente. Desejos reprimidos. Para Freud, os sonhos revelam desejos ocultos, que se tornam possíveis na fantasia.


Cely Araujo

25 de dez. de 2014




Uma coisa que acho simplesmente ridícula, são que as pessoas querem SEMPRE saber sobre sua VIDA. Tipo te questionam se você está namorando, se está casada, se tem filhos, se está trabalhando. Essas perguntas cansam tanto. Parece que você tem a OBRIGAÇÃO de corresponder as expectativas do outro. Esses tipos de pessoas que quem INTERESSE em saber se você está bem sucedido profissionalmente, prefiro manter distância. Acho que cada um sabe ESCOLHER o que é melhor para si. O sinônimo de felicidade não consiste em construir uma família, ou está trabalhando. É totalmente possível está feliz sozinho e está focado em outras coisas. Eu realmente admiro pessoas autosuficientes que não depositam no outro a sua felicidade. Felicidade é intrínseca. Por fim, casamento não define minha felicidade...

Cely Araujo

22 de dez. de 2014



Sobre ex-namorados....






Tem várias pessoas que conseguem ser amigas de seus respectivos ex-namorados ou simplesmente manter contato. Eu não faço parte dessa maioria. Preferi me afastar. Sei lá. Opção que achei mais sensata no momento do termino. Não por medo de recaídas. Porquê quando eu termino, eu simplesmente termino. Sem novas chances. Porquê sempre tive essa crença que quando acaba, acaba mesmo. Sem ligações, sem contato. O relacionamento durou cerca de 1 ano e meio. Claro que dentre a parte ruim, teve a parte boa. Eu namorei, mas nunca tive aquela visão errônea, de que eu não conseguiria imaginar minha vida sem ele. Afinal, amor-proprio acima de tudo. Talvez, eu ainda não estivesse pronta para namorar, sei lá. Só que nunca sabemos quando vamos está necessariamente pronta para algo. As vezes, dá uma certa curiosidade de saber como está a vida dele, se conseguiu fazer coisas que ele planejou. Enfim, só as vezes que esses pensamentos invadem minha mente. Resolvi não manter qualquer tipo de relação, me afastei mesmo. E, não me arrependo disso. Foi a minha escolha. E, eu simplesmente respeitei-a. Acho legal, quem consegue manter algum tipo de vinculo com ex-namorado, mas pra mim esses tipos de relações, acabam provocando recaídas. Ainda mais quando a pessoa simplesmente não superou o término. Enfim, eu prefiro deixar acontecer, se for para nos falamos novamente vai acontecer. Eu não costumo planejar coisas, deixo que o universo conspire para o mais coerente.


Cely Araujo


Expectativas que criamos...




Ao término de um relacionamento é bem comum, a frase "ele não era o que eu queria". Relacionamentos são bem instáveis e por mais que você queria, eles não duram para sempre e nem sempre possuem um "final feliz". Quando se termina um relacionamento é como se o encanto se perdesse, o outro deixa de corresponder as nossas expectativas e com isso vem a frustração, ou melhor, a decepção. Nos decepcionamos porquê esperamos que o outro corresponda as nossas vontades e, definitivamente não é bem assim. No fim, você acaba se decepcionando sozinho, porque simplesmente idealizou a pessoa "perfeita". Príncipes encantados não existem. Ninguém merece carregar o fardo de ser nossa cara-metade, de nos completar. Pois já somos completos. Não precisamos de certas ilusões. Devemos aprender a não projetar no outro, qualidades que eles não possuem. É fundamental aceitar o outro como ele é, e não tentar transforma-lo em alguém que ele definitivamente não é. Por fim, aprenda a não criar expectativas, mas a viver a um dia de cada vez.


Cely Araujo








Eu realmente sigo minha intuição para conhecer alguém. E, quase sempre descubro que ela está certa. Sabe faz bem para alma conhecer pessoas positivas, aquelas que simplesmente te encantam de alguma forma. Uma forma inexplicável e misteriosa. E, apesar de tudo ainda existe uma porção de pessoas assim. Essas pessoas não sei, possuem algo de bom, de encantador e isso é bem atraente. Acredito que fazer novas amizades, é algo fundamental e consequentemente promove uma energia que pode ser traduzida como felicidade. É muito bom está ao lado de pessoas que exalam sorrisos encantadores, que a presença destes simplesmente despertam o melhor sentimento possível dentro de nós. Eu gosto daquilo que me faz bem, que me faz querer a presença daquela pessoa. Aprenda a ouvir mais a sua intuição,  você pode se surpreender. 


Cely Araujo

20 de dez. de 2014



"Então...Chegou o natal"


Mais um fim de ano se aproxima. Vem vindo o natal e a chegada de um novo ano. Acho que essas datas em si, despertam assim como as demais datas comemorativas o consumismo, o desejo imenso de comprar presentes. Sei lá, parece muitas vezes que a essência em si, fora esquecida. E, em praticamente todas as datas se tornaram sinônimo de presentes.  O natal, assim como o ano novo são datas denotada de significados. Essas datas são essenciais para eliciar lembranças, novos objetivos. E, acabam consequentemente mais um ciclo, para o inicio de outro. Ciclos esses necessários para um maior entendimento de si mesmo.


Ah, o amor....


Ontem eu me vi numa discussão interessante entre amigos e familiares, sobre o sofrimento ao amar. Todos ali eram unanimes ao afirmar que quem ama sofre. Essa pseudoteoria é embasada em que?. Eu com uma compreensão mais ampla, discordei totalmente de tal colocação. O amor não implica em sofrimento. O amor é um sentimento que envolve cumplicidade. É quase a mesma coisa ao afirmar que quem sente ciumes ama. Sinceramente eu não sei, em que as pessoas baseiam tais discrepâncias. A forma mais autêntica de amor é o AMOR PRÓPRIO. Antes de amar alguém se ame, se valorize, se elogie. O amor próprio é fundamental para não adoecermos. Parafraseando Ivone Rangel (2014): "Na verdade quando há sofrimento não é amor, pelo contrário é ausência dele.Logo, quem não sabe se dar valor não pode esperar que os outros deem";

17 de dez. de 2014



Uma coisa que necessariamente não entendo, é o porquê das pessoas reclamarem tanto das segundas-feiras e implorarem ansiosamente pelas sextas-feiras e fins de semana. Não acho que atribuir a segunda-feira como algo que incomoda seja o mais coerente. Tudo é uma questão de transformar-se enquanto ser humano. Afinal, não adianta simplesmente RECLAMAR se você não MODIFICA o modo que interpreta a sua rotina. Isso vale para frases do tipo "que a felicidade vire rotina", pois a felicidade em si depende unicamente do seu estado, e torna-lá rotina é algo totalmente absurdo. Em resumo, a felicidade pode ser definida como os momentos que muitas vezes deixamos passar...

Cely Araujo


Sentimento de Posse



Assistindo o tal TESTE DE FIDELIDADE, me questionei sobre o que leva alguém a testar seu companheiro ou companheira? È unanime as traições, e dificilmente algum homem ali é fiel a sua companheira. Seria tudo armação? Desculpe, mas tratando-se de televisão tudo é possível. Eu me pergunto é o que faz você está com alguém, ao invés de simplesmente DESCONFIAR. Para um relacionamento dá certo, acho primordial a CONFIANÇA, isso faz toda diferença. Já acho o cumulo o ato de testar alguém. Se não existe a cumplicidade, o relacionamento é em si superficial. Tudo é tão EGOCÊNTRICO. MEU namorado, MINHA mulher, MEU marido. Enfim, ninguém é propriedade de ninguém. Esse tal sentimento de posse, acaba gerando muitas complicações. Acho que cada um tem o livre-arbítrio de estar com quem quiser. Logo, o verdadeiro amor é aquele que deixa o outro livre para as escolhas da vida.


Cely Araujo